A pessoa acorda, tenta se mover, mas o corpo não responde. Quer gritar, mas a voz não sai. O peito parece pesado, o ar não entra direito. Há medo, sensação de presença, às vezes vultos, às vezes apenas um sufocamento profundo, como se algo estivesse pressionando por dentro.
A ciência chama isso de paralisia do sono. E, sim, ela existe, é real e tem explicações neurológicas.
Mas quem vive a fé sabe: nem toda experiência intensa cabe apenas no campo do físico.
Em 2017, eu vivi três episódios de paralisia do sono que marcaram profundamente a minha vida. Lembro com muita clareza. Não foram episódios genéricos, foram ataques específicos, que mexeram comigo em um nível que eu não sabia explicar na época.








